sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Sobre selfies, hidrogel e o (não) paraíso

Até semana passada eu não fazia ideia de quem era AndressaUrach até que ela passou a circular nas timelines das minhas redes sociais. Para aqueles que, como eu, não se apegam muito ao mundo das celebridades  explico rapidamente o que aconteceu: a moça é modelo e apresentadora (é o que eu sei a respeito dela agora) e pelo que apurei ela fez aplicação de hidrogel nas pernas há 5 anos e, em julho deste ano, passou a sentir dor nas pernas. Os médicos descobriram que ela está com uma infecção generalizada por conta da aplicação do tal produto e semana passada foi internada em estado grave. Hidrogel é uma coisa que até pouco tempo também não sabia do que se tratava. Só soube depois que vi no noticiário que uma mulher morreu após aplicar o famigerado produto. Mas este é só o vilão do momento. Lipoaspiração e outros procedimentos estéticos já fizeram – e ainda fazem – suas vítimas. O assunto aqui não é este. 


Como estamos fazendo a retrospectiva dos Movimentos Humanos mais evidente durante este ano, hoje e no início da semana estaremos abordando o primeiro deles que fala sobre A MULHER PODEROSA QUER AMAR E ABRIR MÃO DO PODER MUITAS VEZES SOLITÁRIO. Desde ontem estou fazendo uma intensa pesquisa sobre o tema e foi aí que a Andressa começou a “brotar” nos meus pensamentos. A verdade é que desde comecei a ouvir falar sobre este caso, algo me incomodava. A moça estar em coma pelo motivo que está, incomoda qualquer um, mas o meu desconforto vinha de outro lugar: as selfies dela que estão espalhadas entre imprensa e redes sociais. Selfie, por si só, me incomoda. Especialmente as selfies femininas, pois muitas vezes me passam a sensação da mulher poderosa, devoradora de homens, mostrando empáfia e poder. Fato: todo início de uma era (ou fim) traz um momento caótico – entre o novo e o antigo. Mas para mim que já estou lidando na prática com a mulher que está se “desmontando” é cada fez mais estranho o olhar contrário. Não por julgamento, mas por estranhamento. 

Estranho até mesmo o meu passado de mulher poderosa também. Hoje fico espantada com o que fiz comigo mesma há 10 anos. Queria emagrecer e tinha uma meta: pesar 57 quilos. E por que exatamente 57? Simplesmente porque quando eu tinha 16 anos um professor de academia fez uma conta perguntando o meu peso e altura e disse que o meu peso ideal era esse. Na época eu deveria ter uns 70Kg! Desde então passei a buscar “peso ideal” que nunca conseguia ter.  Mas desta vez, aos 30 e poucos anos, eu estava determinada a conseguir. Fui para academia, lugar que sempre detestei, contratei um personal trainer, massagem, nutricionista, grupo de corrida. Comia pouco, malhava muito. Perdi 20 quilos e sim, cheguei na meta dos 57! A loucura é que eu associei este peso a conquista de tudo que eu queria, inclusive homens me desejando. Eu estaria no paraíso quando a meta fosse alcançada. Mas isso não aconteceu. Quanto mais nó minha cabeça dava, pois os 57 quilos simplesmente não me trouxeram a felicidade prometida, mais eu me montava usando o poder para, insanamente, ir ao alcance do que eu tanto desejava. Mais dona da verdade eu me tornava, mais sozinha eu ficava. E quer saber? Fiquei feia também, afinal, sou uma mulher de 1,70m de altura, quadril largo, ossos com densidade de média para pesado. Definitivamente 57 quilos não é o meu peso ideal. É muito pouco. Fiquei com cara de doente. Estava doente, de certa forma.

Mas não me arrependo de ter conquistado a meta pretendida. Provavelmente estaria atrás disso ainda hoje se não tivesse passado por isso e, quem sabe, na busca pela "tal"felicidade,  certamente saberia mais sobre hidrogel  do que sei. Talvez estivesse, neste momento, preocupada com as consequências do que havia feito ao meu corpo. Acontece. Estamos todos em busca do nosso caminho e, o percurso é feito de muitas escolhas, erros e acertos. O importante é seguir em frente – rumo a nova era.




terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Qual é sua lista de desejos para os novos tempos?



Dezembro! E mais um ano passou pelas nossas vidas. Agora é época de fazer balanços e listas de desejos. De lembrarmos das promessas que fizemos um ano atrás e avaliar o que realizamos. Neste balanço, antes de entrar no automático e sair fazendo um check list de desejos, sugiro primeiro descobrir se algo mudou dentro de nós. Será que os objetivos são os mesmos? 

Sugiro essa reflexão porque esta claro para mim que as mudanças que estamos criando há anos dentro de nós estão cada dia mais claras e tangíveis. O que era um desejo, as vezes dito baixinho no sigilo de uma entrevista, hoje está expressado publicamente e em muitos casos em vias de realização. E o que a foto da Gisele Bündchen tem a ver com isso? Leia abaixo e assista ao filme no final deste post.

Belo ano nos espera em 2015!

Como o propósito deste blog é ajudar na reflexão através do conhecimento, nesta e na próximas duas semanas, faremos uma retrospectiva dos movimentos humanos que captamos desde 2010 para clarear o seu momento e o seu futuro. Vamos lá? 

1) A mulher poderosa quer amar e abrir mão do poder, muitas vezes, solitário. Em 2010 quando fizemos o Projeto Mulheres, captamos que as mulheres atrás de seu discurso de auto-afirmação como mulher poderosa-sabe-tudo, estava querendo amar e ser amada e para isso até abria mão da posição as vezes asfixiante e solitária, de poderosa e dona da verdade, a que resolve tudo. 

2) O Homem acuado que optou pelo silêncio. Com o Projeto Homens realizado em 2011 trouxemos que o homem decidiu calar e não revidar a hiper-valorização feminina. Uma das razões era que ele não sabia como reagir a tanto ataque mas tinha sim uma certeza no coração dele: não queria mais o poder que o deixava solitário. Ocupante desse posto por séculos, sabia bem o preço que ele exigia. Sem saber que caminhos seguir deixava a mulher ocupá-lo, entanto, encontrava tempo para encontrar seu real caminho.

3) O exercício masculino da sensibilizaçãoUm dos caminhos de exercício do novo - a sensibilidade masculina - foi a ligação forte com os filhos. Mais do que um pai que brinca, começava a exercer o papel de educar, criar, se responsabilizar - para desespero da mulher que queixava-se da falta de apoio masculina nas tarefas familiares mas que na hora que ele chega, sente seu reino invadido. E sua verdade - de que só ela sabe fazer - desmontada.

4) A mulher deseja mais leveza e diversão na sua vida. Após muito tempo de discurso que a mulher é melhor do que o homem, ela começa a olhar um aspecto que com certeza ele sabe fazer melhor: viver de forma mais leve e se divertir mesmo nos momentos mais difíceis. O papel de vigilante familiar só a deixou neurótica e principalmente chata. É hora de encontrar leveza e bom humor em todos os momentos - e nada melhor que aprender (ou re-aprender) com o (seu) homem através da característica do Sempre Menino, como nós a chamamos. 

5) O casal como reinicio. Com a descida de salto da mulher, abre-se espaço para a relação a dois. A reestruturação veio pelo amor - salve! - e o par, a sociedade a dois, como chamamos esse movimento humano na behavior, foi o caminho perfeito para reiniciar a vida, os objetivos, o futuro. Mais do que nunca na história contemporânea, o casal é a forma de criação das novas identidades femininas e masculinas.  A família fica em segundo plano. O que vale é o par, o amor parceiro-companheiro. Diminui o tesão - não se preocupe isso está generalizado - e cresce o amor companheiro, a amizade, o riso fácil e cúmplice do casal que deseja viver a vida sem tanta tensão juntos, até a velhice.

6) A evolução do "poder sobre" para o "poder para". O poder está mudando de eixo: sai do poder sobre que subjuga, que utiliza a hierarquia para se posicionar, para o poder para que aproveita o poder para desfrutar, viver, ter segurança. O poder com seus estereótipos de ostentação clássicos abrem espaço para o luxo do tempo livre, da liberdade, da autonomia. Ninguém quer abrir mão do conforto e a segurança que o dinheiro traz mas há uma claridade sobre as escolhas, e no trade off da vida, ter menos pode significar ter mais.

Fiquei muito feliz quando vi o novo filme da Chanel estrelado pela Gisele Bündchen por trazer boa parte dos movimentos humanos que estamos falando há um bom tempo (veja nosso post sobre o filme agora). É a primeira vez que uma marca de tamanha importância ousa abordar de forma tão explícita os novos tempos.  E pela sua relevância no mundo da moda, alavancará mudanças de forma mais rápida e contundente.

Mas devido a tantas resistências que enfrentamos quando apresentávamos os resultados de nossos Projeto Mulheres, Projeto Homens e Projeto Uno, é de alma lavada como me senti quando vi a explicação do diretor do filme (assista o filme logo baixo). 

É isso pessoal, estamos mudando. E bem rápido. Que tal agora sim fazer nossa lista de desejos para 2015?



sexta-feira, 28 de novembro de 2014

De onde nasce o medo também nasce a coragem



Ontem fui parar num lugar totalmente desconhecido e que me gerou um turbilhão de emoções estranhas – o que me fez refletir muito a respeito do tema que estamos trabalhando nas últimas duas semanas: leveza.  

Após uma reunião de trabalho, num lugar bem afastado de onde moro e por uma série de fatores, acabei me vendo num lugar que não conhecia, com chuva, quase escurecendo. O sinal do celular era ruim, não conseguia chamar um taxi ou falar com alguém conhecido para me resgatar. Tudo que me restou foi a mesa de uma lanchonete onde sentei para conectar as ideias. Quais eram as minhas opções para sair dali e chegar em casa? Sem celular, sem taxi e, num lugar bem deserto da Marginal Pinheiros em São Paulo, poucas opções me restaram. Aliás, uma única opção. Um ponto de ônibus. Fiquei muito apreensiva ao concluir isso. Apreensiva porque tinha um tablet e mais dezenas de traquitanas tecnológicas dentro da bolsa, não estava com uma roupa, digamos, adequada, para entrar num ônibus, além do  medo de não saber onde ia parar, já que não fazia a menor ideia de onde os itinerários dos ônibus que ali passavam iam dar. Respirei fundo e lá fui eu. 

Não vou negar: estava com medo, tensa. Quando passou um ônibus que significava, pelo menos, um nome conhecido para mim, entrei. Já lá dentro, atenta ao caminho, olhei para as pessoas que estavam ali comigo. Todos resignados a mais um dia de trabalho que chegava ao fim e, certamente, aquela seria apenas um das tantas conduções que eles pegariam. Imediatamente percebi: Eu estava com medo do que exatamente? Daquelas pessoas? Como poderia morar em São Paulo e dizer tanto que gosto da cidade se não sou capaz de me sentir igual a eles? Não estou falando em desbravar de corpo e alma todos os meandros de uma cidade que, sim, é perigosa. Nem estou dizendo que não é preciso estar precavido. Mas estava equivocada com relação ao que estava passando. Não era o fim do mundo. Era apenas um lugar novo, desconhecido. Com cautela, conseguiria sair dali em segurança. 

Hoje estou falando com toda esta tranquilidade, mas ainda não estou totalmente recuperada da aventura. Demorei para dormir ontem. Me senti incomodada. Acordei com meus sentimentos revirados hoje. Mas é bom estar consciente e capaz de, em poucos minutos, conseguir ver a tensão se formando e o medo tirando a paz. É assim que nossos sistemas internos reagem a nossa mente. É assim também que encontramos paz e serenidade para passar pelos percursos de vida com mais tranquilidade. Basta estarmos atentos a nós mesmo.

Um ótimo final de semana para todos nós.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

A Leveza da vida

Sei que vai parecer um conto de Natal, mas aconteceu exatamente assim como vou narrar. Semana passada quis ajudar uma senhora a subir no ônibus. Ela se recusou e ainda me fez entrar na frente dela.  Desisti da ajuda e segui em frente. Quando já estava sentada, a senhora chegou perto de mim e disse: “Não me leve a mal, mas se deixar de fazer as coisas por mim mesma é o meu fim”. Disse a ela que não tinha importância. Estava tudo bem. 

Ela se sentou ao meu lado e foi quando pude perceber que se tratava de uma senhora de uns 80, 90 anos. Ela sorriu para mim e disse que já tinha passado por muita coisa na vida. Resumindo tudo que ela me contou somam-se a cura de um câncer na garganta, outro no útero, a superação da morte de dois filhos no mesmo dia,  o falecimento do amor da vida dela (que não era o seu marido) e o próprio marido que segundo ela, continuava vivo, firme e forte.  Falou tudo sorrindo, com disposição e sem lamentos. Contou que tinha tido uma vida boa também. Trabalhou muito, mas gostava. Cuidou de duas casas simultaneamente (achei estranho, mas preferi não perguntar o que isso significava), teve 3 filhos, o que estava vivo ainda era um bom homem e cuidava dela. Tinha gratidão no coração. Quando ela terminou, eu disse: “Depois que  as dificuldades passam fica mais fácil, mas na hora que estamos passando por elas é muito dolorido, não é mesmo?”.  

Ela ficou me olhando mesmo depois  que eu terminei a frase, preenchendo a lacuna do silêncio que se formou, como se estivesse absorvendo as minhas palavras e, depois, me disse: “É aí que mora o engano. Nas dificuldades temos que dar um jeito de sorrir. Não estou falando de negar a dor, estou falando de aceitar e cumprir o que viemos fazer aqui. Passei a vida toda me guiando por este pensamento. Fui criticada quando homenageei meus meninos cantando músicas alegres enquanto eles eram velados. Me deram poucos anos de vida enquanto tentavam me encher de química na tentativa de amenizar o câncer, mas eu sabia porque ele estava ali e sabia o que deveria fazer para ele sumir. E sumiu. Não apenas um, mas dois.” 

Foi nessa hora que percebi que estava realmente vivendo um daqueles contos de Natal que a gente vê em filme. Afinal, quem era aquela mulher que recusou minha ajuda, pediu desculpas, me contou todas as desgraças da vida sorrindo e estava ali, me olhando, com o jeito mais angelical que poderia existir? 

Enquanto elaborava todo este pensamento, ela sorriu e eu tive a nítida sensação que ela sabia exatamente o que eu estava pensando. Então ela me disse: “Eu sou apenas uma velha tola que preferiu a leveza da vida. Não se impressione tanto com isso ou como qualquer outra coisa que aconteça em sua vida”.  E antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, ela se levantou e desceu do ônibus. 

Demorei dias para assimilar este acontecimento. Não ousei contar para ninguém. Tentei nem pensar mais sobre isso. Hoje entendi que isso aconteceu para que eu pudesse dividir com vocês esta bela lição. Resolvi seguir o conselho daquela velha sábia: contei tudo e pronto! Não vou me impressionar com isso.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Um amor leve, um amor puro



Falar da separação do meu primeiro casamento ainda não é fácil. Não que exista sofrimento ou algo pendente, pelo contrário: somos pessoas de bem, que só buscaram ser felizes e que têm um objetivo muito maior em comum: passar coisas boas ao nosso filho. Mas por mais que esteja tudo certo, sempre existe aquela sensação de fracasso. Ninguém casa para separar. Eu, pelo menos, penso assim. Durante muito tempo me chicoteei, me punindo e sentindo culpa por uma série de fatores que vieram acompanhados com a separação. 

Hoje já me perdoei. Era imatura, muito jovem, ingênua e, principalmente, chata. Sim, eu era muito chata. Dona da verdade, queria tudo do meu jeito, nunca relaxava, estava sempre arrumando as coisas, querendo tudo certinho, afinal, aquilo ali era coisa séria. Difícil me aguentar. Meu ex-marido era a pessoa mais calma que já conheci (continua sendo), da paz, tudo estava sempre certo para ele, nunca encanava com as minhas neuras. Mas obviamente não havia leveza entre nós. Não estou me culpando por isso. Estou apenas narrando os fatos. Não havia diálogo também – e isso certamente azedou o caldo. 

Mas 15 anos se passaram desde que me separei. Dizem que aprendemos pela dor ou pelo amor. Aprendi pela dor, neste caso. Foram anos tentando entender o que tinha dado errado, mais um par de anos tentando me perdoar e, depois de tudo, eu deveria estar pronta para recomeçar. Mas não foi o que aconteceu. Quando encontrei novamente uma pessoa com a qual gostaria de caminhar pela vida, começou tudo de novo. A chata em ação. E desta vez com um agravante: o rapaz em questão não era a serenidade em pessoa como o primeiro. Este (é) era turrão, cabeça dura, esquentando. Tivemos que fazer nossa relação morrer, para voltar a nascer, literalmente. 

A verdade é que estávamos dispostos a nos amar e encontrar uma saída. Foi assim que a magia aconteceu. Hoje, eu e meu companheiro querido, deixamos a vida leve. Rimos das nossas desgraças tanto quanto dos nossos sucessos. Nos amparamos, nos acolhemos. Este foi um ano difícil para mim. Uma prova de fogo para a nossa relação. A tensão no ar poderia ter deixado tudo insuportável, mas lindamente, a cada obstáculo, encontramos leveza um no outro. Não sei se teria conseguindo passar por tudo que precisei viver se não fosse a boa vontade desta pessoa que soube entender meus momentos mais difíceis. Lembro do dia que ele me disse que estava com saudades da minha gargalhada e que não via a hora de ver isso acontecer de novo. Um dia, sem nenhuma intenção, aconteceu. Gargalhamos sem muito sentido até a barriga doer. Tinha sido mais um dia bem complexo. Talvez o pior de todos, pois meu pai tinha falecido não fazia muito tempo e eu estava doente. Mas a gargalhada veio assim mesmo e, mais uma vez, enchemos nossos corações de gratidão. O que eu posso dizer é que vale a pena tentar. Vale muito a pena. 

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Alegria. O remédio do amor.

Olá! Após algumas semanas fora - depois eu conto sobre minha viagem a meu país, Peru - estou de volta e trago esta semana um tema para reflexão,  sobre os relacionamentos amorosos. 

É necessário leveza para viver em tempos tumultuados e acelerados. Mas como? Me perguntarão as mulheres -  sempre na busca de fazer seu melhor: "Como? Se estou sozinha tentando levar a família para frente? Pois está ai o grande nó da questão: você não está sozinha. Pode não ter a ajuda que você gostaria de ter. Do jeito que você gostaria- mais uma pista - mas dificilmente estamos sozinhas.

Precisamos, como mulheres, apagar a memória de nossas células de que estamos só e que somos responsáveis - únicas - pela nossa família. Ok, o homem abandona, eu sei. Ele terá que também apagar da sua memória essa crença, mas vamos convir que, hoje, estão cada vez mais surgindo homens colaborativos. Vamos dar espaço a eles?

E mais, vamos aprender com eles a ser leves e rir de nós mesmas, das situações e da vida? Porque a vida, assim como o amor, precisam de leveza para fluir. Como me disse um amado mestre "um casal que não ri junto, é um casal triste".

Vamos refletir sobre isto esta semana?